Bem Vindos

Olá!

Queremos dar as boas vindas a todos os visitantes.

Somos um grupo de formandas e formadores do curso de Educação e Formação de Adultos - Agente em Geriatria e vamos aqui apresentar o nosso tema de vida “Conta-me como era…”.

Estamos a realizar uma pesquisa sobre variadíssimos temas do século XX, incluindo o quotidiano, a vida familiar, a saúde e os acontecimentos nacionais e internacionais mais marcantes.

No final vamos apresentar uma dramatização sobre este tema, onde iremos reviver a vida nas ruas da Lisboa antiga. Convidamos todos os interessados a comentar.

Contem-nos como era e acompanhem-nos nesta viagem ao passado no comboio da saudade!

Estamos a fazê-lo com todo o gosto, esperamos que se divirtam.

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13 de abril de 2010

Vendedor de Castanhas - 1966


Na época de Outono apregoavam na rua "Quentes e Boas, quem quer? embrulhadinhas em folha de jorna velho...

Ourives ambulante


Remonta às primeiras décadas do século XX a actividade comercial dos ourives ambulantes que, de bicicleta e com as características malas verdes, percorriam todo o território nacional, tendo-se fixado ao longo dos anos em diversas cidades e vilas do País.

Fava Rica


Sopa de caldo com Fava que era vendida quentinha porta-a-porta !
À cabeça uma panela enrolada em serapilheira apregoava: "Fava Rica"

Vendedeira de Figos


Pregões:
"Há figuinhos de capa rota... quem quer figos, quem quer almoçar"
à tarde apregoavam: "quem quer figos que quer merendar"
Mulheres de cesta de verga à cabeça vinham ao meio da tarde a anunciar:
Quer figos quem quer merendar…. olha o figo madurinho. Olha o figo da capa-rôta.

Amolador


Fazia-se anunciar, antes de apregoar, tocando um melodia característica numa gaita de beiços/flauta de cinco tubos.Fazendo girar a roda de afiar as tesouras que as vizinhas traziam para amolar, as panelas de alumínio para pôr “pingos” nos buracos, os tachos de barro estalados para consertar com “gatos”, e os chapéus de chuva para qualquer vareta nova.

Pregão:"Amolador á porta.... amola facas, tesouras e canivetes... arranja chapés de chuva..."

Calceteiro


O Calceteiro que da perda faz a arte da calçada portuguesa, partindo-a e moldando-a. Há um monumento junto à Igreja de São Nicolau, na Baixa de Lisboa, que dignifica esta arte em vias de extinção!

Varinas


De canastra à cabeça, saia rodada, avental e mão na anca, vendiam o peixe porta-a-porta. Se afina descompunha a freguesa!

Pregões: “Há carapau e sardinha liiiiinda... está viva da costa!” “Há chaputa linda.... Oh! freguesa quem é que me acaba o resto...” "o meu peixeinho é linnndo!"

Estivador


O estivador organizava as cargas para embarque e desembarque dos navios nos portos. Hoje em dia, grande parte desta atividade está automatizada.

Policia Sinaleiro


O Polícia Sinaleiro, no tempo em que não haviam semáforos!No Natal os condutores habituais deixavam-lhes prendas junto ao seu posto.

23 de março de 2010

A MODISTA

Muito valorizada entre os anos 30 e 40. Fazia o trabalho
que hoje faz o estilista e tinha um status maior que a costureira.
Ser modista era chique.

Trabalho elaborado por Cristina e Rosália

O TRAPEIRO

Recolhiam trapos, garrafas e outros materiais excedentes nos domicílios.
“Quem tem trapos ou farrapos que queira vender?”

Trabalho elaborado por Cristina e Rosália

O Sapateiro

O sapateiro era uma profissão muito importante visto que
a maioria dos sapatos eram feitos a mão.
Em Lisboa, existiam muitos instalados em vãos de escadas.

Trabalho elaborado por Cristina e Rosália

O Propagandista

“Olha a banha de cobra”.
No meio da praça propagandeavam e tentavam impingir
os seus produtos. Era o Marketing da época!
Trabalho elaborado por Cristina e Rosália

O PADEIRO


O padeiro distribuía o pão de porta em porta pelas ruas da cidade. No fundo do saco pendurado nas portas a clientela deixava o dinheiro.

Trabalho elaborado por Cristina e Rosália

O LIMPA-CHAMINÉS

“Muitas vezes parece que o diabo bate à nossa porta mas é simplesmente o limpa-chaminés"
Trabalho elaborado por Cristina e Rosália

Vendedeira de Galinhas

”Ó freguesa...essa até tem ovinhos.”
Trabalho elaborado por Cristinae rosália

22 de março de 2010

FOTOGRAFO-Á-LÁ-MINUTE

Ainda persistem alguns na cidade de Lisboa, mas já é difícil encontrar-se! “Sentado na banqueta, pano nas mãos, curvado sobre o sapato do freguês, concentrado e absorto, como se nada no mundo fosse capaz de o fazer levantar a cabeça.”
Publicado por Cristina e Rosália

Engraxador

Ainda persistem alguns na cidade de Lisboa, mas já é difícil encontrar-se!“Sentado na banqueta, pano nas mãos, curvado sobre o sapato do freguês, concentrado e absorto, como se nada no mundo fosse capaz de o fazer levantar a cabeça.”
Publicado por Cristina e Rosália

Criada de servir

Muitas moças das aldeias vinham para Lisboa trabalhar
como empregadas de servir, daí ter sido feita esta canção.
“Adeus ó terra, adeus linda serra do Sol a brilhar...”
Publicada por Cristina e Rosália

Ardina

Moço que vendia os jornais pela capital.
Este era o seu pregão:
"Capital, Lisboa ó Popular"
Publicado por Cristina e Rosália