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11 de junho de 2010
Os Piqueniques de Domingos

Uma das mais populares e baratas formas de diversão eram os concorridos piqueniques de família e amigos nas matas de Lisboa (Parque e Monsato, Mata de Benfica, Olivais, etc).
Tema:
Formas de Diversão
1 de junho de 2010
Os tres da vida Airada

Uma comédia ambientada na nova Lisboa moderna dos anos 50 e em que acompanhamos as aventuras e desventuras de um trio de amadores de teatro. Lucas é viúvo e vive com a sua afilhada, Lena. Dono de uma tipografia, Lucas é inseparável do seu empregado Lico. E os três ocupam todo o seu tempo com o amor à arte do palco num clube de bairro, onde ensaiam uma comédia musical, até ao dia em que são apresentados a um empresário, Rui Seabra, que lhes promete carreira e fama no teatro. Mas Lena e Rui apaixonam-se, para desespero de Lico, e a confusão instala-se...
REALIZADOR
Perdigão Queiroga
INTÉRPRETES Milú, António Silva, Eugénio Salvador, Vasco Morgado, Maria Luísa, Andrade e Silva, Mário Alberto, Lili Neves.
REALIZADOR
Perdigão Queiroga
INTÉRPRETES Milú, António Silva, Eugénio Salvador, Vasco Morgado, Maria Luísa, Andrade e Silva, Mário Alberto, Lili Neves.
25 de maio de 2010
Os Piqueniques de Domingos
Uma das mais populares e baratas formas de diversão eram os concorridos piqueniques de família e amigos nas matas de Lisboa (Parque e Monsato, Mata de Benfica, Olivais, etc).
Tema:
Formas de Diversão
Brinquedos em chapa

Entre os anos 20 e os anos 60 muito brinquedos portugueses eram feitos com restos de chapa de folha, que sobrava da Indústria de Conservas (existiam muitas fábricas em Portugal).
Os mais idosos lembram-se muito das suas miniaturas (máquinas de costura, tachinhos, fogões, carrinhos e baldes de praia em folha). Se não os tinham viam nas lojas.
A fábrica portuguesa PEPE foi das mais importantes.
Os mais idosos lembram-se muito das suas miniaturas (máquinas de costura, tachinhos, fogões, carrinhos e baldes de praia em folha). Se não os tinham viam nas lojas.
A fábrica portuguesa PEPE foi das mais importantes.
Tema:
Formas de Diversão
Os tradicionais bonecos de celulóide
Os bonecos em celulóide e PVC foram os materiais mais usados entre os anos 30 e os anos 50. A sua fragilidade fez com que muitos desses objectos não chegassem aos nossos dias em boas condições, amachucavam-se e rompiam-se facilmente. Nos anos 60, com o aparecimento do plástico, a indústria portuguesa de brinquedos ganhou um forte impulso.
Tema:
Formas de Diversão
Os bonecos de pasta de papel
Não há idoso que não se recorde dos bonecos em pasta de papel, típico doa anos 40.Não podiam apanhar água ou tomar banho, porque se desfaziam.
Tema:
Formas de Diversão
18 de maio de 2010
A vizinha do lado
Cinema Português

Rosa de Alfama realizada em 1953
Alberto Ribeiro e Mariana Vilar protagonizam um maravilhoso melodrama popular ambientado em Alfama, o mais castiço dos bairros tipicos de Lisboa, e que conta a história de uma jovem órfã, Rosa, que foi recolhida por uma familia de pescadores e criado pelo pai viúvo com os dois filhos, Renato e José.
Alves cunha, Henrique Campos.
4 de maio de 2010
Aldeia da Roupa Branca
21 de abril de 2010
6 de abril de 2010
Jogo da Malha
Materiais: - Paulito ou meco (pedaço de madeira redondo em forma de cone).
- Malhas de ferro (ou moedas grandes)
O jogo é jogado por 2 ou 4 jogadores
Como se joga:Num terreno plano, colocam-se 2 mecos em pé (cada Meco deve ter uns 20 cms de altura), a uma distância que pode variar entre os 12 e os 18 metros.
Tiram-se os parceiros à sorte e colocam-se 2 junto de cada paulito (jogam, portanto, 4 pessoas de cada vez).
Aqueles que jogam primeiro têm duas malhas de ferro na mão e, lançando-as alternadamente, procuram derrubar o Meco e, ao mesmo tempo, conseguir que uma das malhas fique o mais perto possível dele.
Se um jogador derrubar o paulito, ganha 2 pontos e, jogadas as 4 malhas, aquela que estiver mais perto do paulito conta ainda um ponto. Se as 2 malhas que estiverem mais perto pertencerem ao mesmo jogador (previamente, os jogadores deverão marcar as suas malhas com números ou traços), este tem direito de contar dois pontos, um por cada malha.
O jogo termina quando um par atinge 31 pontos.
No entanto, se “rebentar”, ou seja, se ultrapassarem os 31, terão de voltar a continuar o jogo apenas com 15 pontos.
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Formas de Diversão
30 de março de 2010
Os Anos de Ouro do Cinema Português (Anos 30 e 40)
Numa altura em que a Europa estava envolvida na 2ª Guerra Mundial, e em que Portugal vivia um período de racionamento de alimentos, o cinema surge como a grande distracção do povo.Entre 1935 e 1950 o Estado Novo investiu e apoiou como nunca a produção de cinema nacional, com enorme grande resultado junto do público.
Neste período foram feitos os maiores clássicos do cinema português, que ainda hoje são adorados!
O sucesso dos filmes deve-se muitas vezes aos grandes actores do teatro de então como António Silva, Vasco Santana, Beatriz Costa, Ribeirinho, Maria Matos, Lucília Simões, Milú, Maria das Neves, entre muitos outros.
Filmes inesquecíveis:
Maria Papoila 1937
Aldeia da Roupa Branca 1938
O Pátio das Cantigas (1941),
O Pai Tirano (1941)
Aniki-Bobó (1942)
Ala-Arriba! (1942),
O Costa do Castelo (1943)
A Menina da Rádio (1944)
O Leão da Estrela (1947)
"Capas Negras" 1947
Fado, História de uma Cantadeira (1947)
Anos 50
«O Grande Elias».
«Sonhar é Fácil» 1951
«Os três da Vida Airada»
«O Dinheiro dos Pobres»
«Perdeu-se Um Marido»
«O Noivo das Caldas»
«O Passarinho da Ribeira».
A Costureirinha da Sé (1958)
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Formas de Diversão
15 de março de 2010
Os anos d’ouro do Parque Mayer

As décadas de 40, 50 e 60 consagraram o Parque Mayer como um dos locais mais emblemáticos na cidade de Lisboa, merecendo na época o título de “Broadway portuguesa”, tal era a sua importância na vida cultural da cidade e no divertimento dos lisboetas.
Composto por cinco grandes casas de espectáculos: Maria Vitória; Variedades; Capitólio; Recreio e ABC, o também chamado Parque Avenida viveu nestes anos dias gloriosos, com uma larga oferta de espectáculos (teatro de revista, operetas, cinema, boxe, circo, entre outros divertimentos nocturnos) registando grande afluência e movimento de público.
O Parque Mayer consagrou grandes nomes da vida artística nacional, fazendo parte integrante não só da vida dos Lisboetas, como de todos os portugueses.
Mas, como tudo não são rosas as moças que trabalhavam como coristas (bailarinas de revista e teatro) eram mal afamadas e vistas pela sociedade em geral.
Após a Revolução de Abril, o teatro de revista perdeu a importante função critica desempenhada no período da Ditadura e entrou em declínio.
Composto por cinco grandes casas de espectáculos: Maria Vitória; Variedades; Capitólio; Recreio e ABC, o também chamado Parque Avenida viveu nestes anos dias gloriosos, com uma larga oferta de espectáculos (teatro de revista, operetas, cinema, boxe, circo, entre outros divertimentos nocturnos) registando grande afluência e movimento de público.
O Parque Mayer consagrou grandes nomes da vida artística nacional, fazendo parte integrante não só da vida dos Lisboetas, como de todos os portugueses.
Mas, como tudo não são rosas as moças que trabalhavam como coristas (bailarinas de revista e teatro) eram mal afamadas e vistas pela sociedade em geral.
Após a Revolução de Abril, o teatro de revista perdeu a importante função critica desempenhada no período da Ditadura e entrou em declínio.
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Formas de Diversão
6 de março de 2010
Que brinquedos tinham os nossos avós?
A indústria de brinquedos era quase inexistente em Portugal nas primeiras décadas do século XX. Não se valorizava ainda a necessidade de brincar das crianças e só os mais abastados tinham acesso a eles.
Um grilo feito de cana, com que se entretinham a reproduzir o som de uma ave tipica de outono.
A generalidade dos brinquedos da infância dos nossos avós eram criados e feitos pelas suas próprias mãos, fruto da imaginação e talento das crianças e seus pais.
Lançámos um desafio a um grupo de idosos para que nos reproduzissem alguns brinquedos tal e qual ao que costumavam fazer em criança para brincar, para podermos ter uma ideia de como eram na realidade. Partilhamos aqui alguns resultados:

Carrinho feito de uma lata de conserva de atum com arame, era assim que muitas crianças se entretinham a brincar na rua!
Com balanças feitas a partir de uma caixa de graxa, era usual brincar-se ao comércio.
As bonecas eram elaboradas a partir de trapos e restos de tecidos, com o rosto pintado à mão. O resultado final dependia da dedicação, jeito e imaginação de cada um!
2 de março de 2010
26 de fevereiro de 2010
Os bailaricos populares no Portugal urbano dos anos 50.
Os nossos idosos relatam frequentemente que, na sua juventude, as tardes e noites de fim de semana eram passadas em bailes e bailaricos bastante participados e concorridos.Havia-os por todo o lado, para todos os gostos e bolsos, desde os mais sofisticados bailes organizados por clubes recreativos e sociedades musicais, aos levados a cabo por grupos de vizinhos, abarcando um bairro, uma rua, por vezes até um pátio comum a várias habitações.
Os salões de baile das sociedades recreativas assumiram um protagonismo muito importante na ocupação do tempo livre e no divertimento da população. Mas, existiam formalidades e regras muito claras e definidas no respeito pelos usos e costumes:
- O espaço destinado ao baile era rectangular, formado por cadeiras onde apenas se sentavam as “damas”, delimitando a zona para dançar e um espaço para os homens, que, de pé, aguardavam a oportunidade de um Convite por parte de um cavalheiro ou galã : "A menina Dança?".
- As Donzelas eram acompanhadas por um familiar, que por gestos ou sinais consentia ou não a aceitação do convite e vigiava o comportamento do cavalheiro.
- As danças eram exclusivamente de pares, idealmente em sintonia. Era quase um delito vergonhoso, pisar o pé da parceira da dança e, por isso, os dançarinos mais hábeis faziam sucesso junto das damas.
- Se durante a dança o rapaz ousasse um "aperto" corria o risco de levar um estalo ou sofria a humilhação de ser abandonado no salão de dança.
- Um gramofone e uma rudimentar e nada “hi-fi” instalação sonora, transmitia os tangos, marchas, valsas, e ritmos sul-americanos, que os bailarinos procuravam dançar da melhor forma que sabiam.
- Geralmente, em cada sessão de baile, havia um animador ou director do clube que, em determinado momento, subia ao palco e anunciava a mais temida das frases por parte da malta “tesa” ( no sentido monetário do termo, entenda-se): “Damas ao bufete”. Nesse momento o cavalheiro deveria pagar uma bebida ou um bolo à donzela.
- Frequentemente a entrada para estes recintos era paga. O preço era o mínimo possível para custear as despesas da festa: electricidade, licença da autarquia e parte da decoração do recinto que tinha que ser comprada, porque tudo o restante, festões, grinaldas e balões de papel, era feito pelos vizinhos ou membros organizadores.
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