Bem Vindos

Olá!

Queremos dar as boas vindas a todos os visitantes.

Somos um grupo de formandas e formadores do curso de Educação e Formação de Adultos - Agente em Geriatria e vamos aqui apresentar o nosso tema de vida “Conta-me como era…”.

Estamos a realizar uma pesquisa sobre variadíssimos temas do século XX, incluindo o quotidiano, a vida familiar, a saúde e os acontecimentos nacionais e internacionais mais marcantes.

No final vamos apresentar uma dramatização sobre este tema, onde iremos reviver a vida nas ruas da Lisboa antiga. Convidamos todos os interessados a comentar.

Contem-nos como era e acompanhem-nos nesta viagem ao passado no comboio da saudade!

Estamos a fazê-lo com todo o gosto, esperamos que se divirtam.

26 de abril de 2010

Os primeiros computadores


Há cerca de 20000 anos o homem sentiu a necessidade de registar a informação e comunicar deixando registos em rochas.
A transmissão da informação aos vindouros só foi possivel há cerca de 5000 anos, quando o homem inventou o código dicífrável. A descodificação foi possível porque a famosa "Pedra da Roseta" continha um sacerdotal escrito em três idiomas diferentes.
Utilizando a terminologia actual classificam-na como ROM`S - Read Only Memory.
A ardósia romana utilizada à 50 anos nas escolas portuguesas, era escrita e apagada e em terminologia actual poder-se-ia denominar como uma RWM - Read Memory.
A queda de um Imperador Romano generalizou a adopção do sistema de numeração decimal.
O inglês Charles Babbage, por muitos considerado como o pai dos computadores, descrevia o mesmo em duas partes: a memória - The stores - onde eram colocadas todas as variáveis e e os resultados intermédios das operações e o processador - The mill - onde eram transportadas as quantidades de informações que iriam ser sujeitas a operações.
Os primeiros exemplares de computadores foram construídos durante a segunda Guerra mundial e eram usados para fins militares. Entre 1943 e 1946 foram construidos na Moore School of Electrical Engineering.
Terminada a Guerra, iniciaram-se nos Estados Unidos, projectos de construção de computadores em grandes quantidades.
O primeiro computador instalado em Portugal foi um Stantec Zebra que ficou a funcionar no Laboratório Nacional de Engenhria Civil em 1959.

24 de abril de 2010

Candeeiro Tradicional de Rua

Os tradicionais candeeiros de rua fazem parte da história e do futuro dos lisboetas... estão para ficar! Lá estão eles altos e majestosos, compondo a paisagem citadina com a sua rara beleza!
Quem se passeia pelas ruas de Lisboa pode encontrar 2 tipos de candeeiros de rua:
- O candeeiro à moda antiga (estrutura de metal presa nas fachadas dos edifícios);
- O de estrutura vertical (tipologia mais moderna).

Lembramos que a inauguração da iluminação pública eléctrica na cidade de Lisboa ocorreu em Outubro de 1878. O rei D. Luís ofereceu à Câmara Municipal de Lisboa seis candeeiros de lâmpadas, que tinham sido utilizados a 28 de Setembro desse ano, pela primeira vez, na Cidadela de Cascais, por ocasião das festas de aniversário do príncipe D. Carlos.

23 de abril de 2010

Ginjinha Sem Rival

A afamada Ginginha é um ponto "obrigatório" para todos os que visitam a cidade de Lisboa!
Com "elas" ou sem "elas", é um ritual muito popular entre os Lisboetas há mais de 150 anos!

Existem 3 casas especializadas na ginginha, outra imagem de marca da nossa cidade, todas na zona do Rossio. Contudo, a "Ginginha sem Rival" (Rua das Portas de Santo Antão) e a "Ginjinha Espinheira" (Largo de São Domingos) são as mais antigas da cidade, fundadas no séc. XIX.

Não passam de moda e cativam cada vez mais adeptos!! Todos a provam pelo menos uma vez na vida!

21 de abril de 2010

As escadinhas de Lisboa

Lisboa, cidade de vielas e betesgas, está repleta das mais pitorescas escadinhas, como nenhuma outra cidade! Os seus estreitos degraus suavizam as caminhadas por ladeiras ingrimes.


Ontem, Hoje e Amanhã as escadinhas de Lisboa são e serão uma das mais sólidas imagens de marca da cidade!


Lisboa antiga (Bairro da Bica)


O Século Ilustrado, Outubro 1947, por Manuel Martinho, ilustração de António Mendes.

MÃOS DE FADA 1960 (Revista feminina)

Os lavores eram um dos passatempos mais tradicionais entre o público feminino, enraizado no ideal de esposa incutido noutra época. As moças cedo se iniciavam nas artes tradicionais voltadas para o lar, como ilustra esta capa de uma conhecida revista (1960).

18 de abril de 2010

O multibanco em Portugal


A propósito da pesquisa sobre o aparecimento do multibanco concluímos que a a primeira tentativa de utilização se iniciou 1939 na cidade de Londres.
Só a 27 de Junho de 1967, numa sucursal do Barclays Bank, surgiu uma máquina inovadora que viria revolucionar o sistema interbancário e que permitia levantar dinheiro.
Estas máquinas funcionavam inserindo um documento que tinha uma banda magnética.
Em 1975 estes ditos documentos foram actualizados para os cartões que hoje conhecemos, além das bandas magnéticas, também têm um código pessoal para maior segurança e desde 2003 possuem um chip.
Em Portugal na década de 80 mais propriamente em 1983, apareceram os multibancos. Estes serviam apenas como rede interna entre bancos e só em 1985 passaram a servir a grande parte dos clientes com o objectivo de fazer levantamentos e outras transacções .
No inicio do multibanco existiam 52 caixas e 470 mil cartões. Actualmente, a rede multibanco é composta por 120000 terminais de pagamento automático e mais de 9000 caixas automáticas.

Trabalho elabora do na aula de matemática pelas formandas Rosália e Elga

17 de abril de 2010

A moda nos anos 90


Nos anos 90, é a moda que dita a própria moda: tudo se usa, tudo se aproveita. É uma época em que os criadores estão muito receptivos a todas as tendências, aproveitando os estilos modernos e do passado, inserindo na moda todo o tipo de materiais e experimentando a junção dos tecidos chamados nobres com os mais humildes. Em Portugal, também os criadores ousaram inovar destacando-se António Tenente, Ana Salazar, Augustos, Fátima Lopes, entre outros.A nível Internacional, também se deu um grande boom na moda. Passou a dar-se grande destaque às top models, como Cláudia Schiffer, Cindy Crawford, Naomi Campbel entre outras. No final da década, passou a ser também moda a magreza extrema da mulher, dando origem a um grave problema de saúde nas jovens. Passou a ouvir-se falar em Bulimia e Anorexia, distúrbios alimentares.Nesta década também voltou em grande força a moda das camisas de flanela aos quadrados, popularizada pelo movimento musical chamado Grunge, do qual os Nirvana e os Pearl Jam são grandes símbolos.

Trabalho realizado na aula de Linguagem e Comunicação

13 de abril de 2010

Carteira profissional



A carteira profissional era o documento obrigatório para exercer uma profissão

Moda feminina em 1910



Na moda da década de 1910 predominaram as cores fortes e as tendências orientalistas, devido à enorme influência dos Ballets Russes. Embora nunca tenham sido reconhecidos como bailarinos profissionais, os Ballets Russes distinguiam-se pela novidade e pelo arrojo que trouxeram. No princípio da década, as saias usavamam-se afuniladas e com botões. Com a I Guerra Mundial, a moda foi relegada para segundo plano. As saias amplas foram substituídas por saias de linhas simples, pelo tornozelo. As mangas usavam-se compridas e os decotes subidos. Os casacos tinham um corte mais masculinizado. À noite os vestidos eram decotados para realçar o decote.

O direito à reforma

Hoje em dia, por norma, as pessoas deixam de trabalhar por volta de 65 anos e têm direito a uma pensão de reforma. Abre-se assim um novo ciclo de vida, com liberdade e tempo livre para se fazer o que sempre se sonhou, ou simplesmente descansar.

Antigamente, não existia idade para se reformar nem pensões de reforma porque não se faziam descontos. Só alguns grupos profissionais tinham esquemas de previdência social organizados. Nessa época as pessoas idosas não se reformavam e trabalhavam ao longo de toda a sua vida. Quando não fossem capazes de se sustentar cabia à família apoiar os mais idosos.

Vendedor de Castanhas - 1966


Na época de Outono apregoavam na rua "Quentes e Boas, quem quer? embrulhadinhas em folha de jorna velho...

Ourives ambulante


Remonta às primeiras décadas do século XX a actividade comercial dos ourives ambulantes que, de bicicleta e com as características malas verdes, percorriam todo o território nacional, tendo-se fixado ao longo dos anos em diversas cidades e vilas do País.

Fava Rica


Sopa de caldo com Fava que era vendida quentinha porta-a-porta !
À cabeça uma panela enrolada em serapilheira apregoava: "Fava Rica"

Condições de trabalho precárias


Antigamente não haviam regras de higiene e segurança no trabalho, nem se tomavam cuidados na prevenção de doenças profissionais. As condições de trabalho eram muito precárias para os operários.
Para aqueles que, por exemplo, trabalhavam com carvão, a esperança média de vida era de 35 anos. A mão-de-obra era barata e muito abundante, pelo que os patrões não valorizavam os seus operários, a quem tinham feito o favor de dar emprego. Assim o trabalhador submetia-se as humilhações para manter o emprego e a família.
Haviam muitos acidentes de trabalho na construção civil e nas fábricas.
Em consequência das condições precárias, muitos jovens adultos acabavam por adquirir doenças crónicas graves e outros incapacitados, sem qualquer tipo de protecção social.

Vendedeira de Figos


Pregões:
"Há figuinhos de capa rota... quem quer figos, quem quer almoçar"
à tarde apregoavam: "quem quer figos que quer merendar"
Mulheres de cesta de verga à cabeça vinham ao meio da tarde a anunciar:
Quer figos quem quer merendar…. olha o figo madurinho. Olha o figo da capa-rôta.