
Pelo seu carácter laico e cívico, tornou-se uma das mais conhecidas e interventivas associações republicanas.
Resumo da entrega do catálogo da exposição Lisboa Republicana:
Roteiro Patrimonial
Olá!
Queremos dar as boas vindas a todos os visitantes.
Somos um grupo de formandas e formadores do curso de Educação e Formação de Adultos - Agente em Geriatria e vamos aqui apresentar o nosso tema de vida “Conta-me como era…”.
Estamos a realizar uma pesquisa sobre variadíssimos temas do século XX, incluindo o quotidiano, a vida familiar, a saúde e os acontecimentos nacionais e internacionais mais marcantes.
No final vamos apresentar uma dramatização sobre este tema, onde iremos reviver a vida nas ruas da Lisboa antiga. Convidamos todos os interessados a comentar.
Contem-nos como era e acompanhem-nos nesta viagem ao passado no comboio da saudade!
Estamos a fazê-lo com todo o gosto, esperamos que se divirtam.
quartel.
A escultura “Maria da Fonte” foi inaugurada a 15 de Setembro de 1920 para celebrar o “centenário da proclamação do regime liberal”, assinalando a revolta popular que se alargou por todo o país, conhecida por “Guerra da Patuleia”, motivada pela proibição dos enterros nas igrejas. Nesta escultura, Costa Mota, evoca o “movimento popular libertador”.
no ano 1907, inspirando-se nos grandes armazéns de Paris e Londres. O edifício possuía 11 pisos a contar da rua do Ouro e 6 a contar da rua do Carmo e foi projectado pelo Arquitecto francês George Demay. Manteve-se um exemplo de comércio moderno, sendo frequentado por pessoas de alta sociedade. Na madrugada de 28 de Agosto de1988, deflagrou um grande incêndio nos vizinhos Armazéns do Chiado, causando o fim de ambos os estabelecimentos. Mais tarde o Grandella foi reconstruído, dando origem a lojas de comércio. Preservaram-se os símbolos do proprietário: o relógio, que continha num dos lados uma mulher (simbolizando a verdade) e no outro um homem (símbolo do comércio), e o seu lema ”E segue sempre o bom caminho”. 

[história elaborada pela Maria José a partir do provérbio popular de tradição portuguesa]
Há cerca de 50 anos atrás, o namoro era vivido de maneira diferente, cheio de rituais que entretanto se perderam.